| (flor de corte)
Dendranthema morifolium (Ramat) Tzvelev (chrysanthemum X morifolium Ramat) |
Plantas da família Asteraceae, de tradição de cultivo milenar
nos países asiáticos. Atualmente é a principal flor de corte do mercado brasileiro
devido a sua enorme variação de cores e formas, à alta durabilidade pós-colheita e à
facilidade de cultivo. O crisântemo cresce em dias longos e floresce em dias curtos.
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| Cultivares |
| com flores do tipo
simples pertencem aos grupos Reagan, Rex e Repin; do tipo decorativo, aos grupos Polaris e
Tinsel; do tubular, 'Super White', 'Super Yellow' e 'Recital'; do tipo pom-pom,
'Funshine', 'Funray', 'Cotton Ball' e 'Statesman' e do tipo bola, 'Snowdown'. Os
cultivares podem ser precoces (ciclo de 7 a 9 semanas), medianos (10 a 12) e tardios (13 a
15). |
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| Material
de Pregação |
| estacas apicais de 5 cm.
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| Substrato para enraizamento |
| poroso (palha de arroz carbonizadas)
e estéril (20 minutos a 68º C). |
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| Espaçamento |
| 4x 4cm ou 5x5 cm entre estacas, em
função da variedade. |
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| Irrigação |
| nebulização. |
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| Luminosidade |
| no inverno, fornecer, a partir das
20h 45min, 2 horas de luz intermitente, sendo 10 min de claro para 20 min de escuro. . |
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| Temperatura ideal |
| 17° a 20º C. |
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| Enraizamento |
| mergulhar a base da estaca em
solução de AIB (ácido indol-butírico) na concentração de 1. 000 ppm no inverno e 1.
500 ppm no verão. Em seguida, plantar as estacas em bandejas ou camas de enraizamento com
substrato. O tempo de enraizamento é de 9 a 10 dias no verão e 13 dias no inverno |
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| Preparo do
canteiro |
| Tratamento do solo |
| a cada 3 ciclos de cultivo tratar o
solo com brometo de metila ou com vapor a 85 a 90ºC por 4 horas. |
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| Calagem |
| de acordo com a análise de solo,
aplicar calcário para elevar a saturação por base a 80%. O PH ideal para crisântemo
fica na faixa de 5, 5 a 6, 5. |
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| Adubação de plantio |
| aplicar 30 kg/ha de N, 100 a 300
kg/ha de P2O5 e 50 a 150 kg/ha de K2O. Juntamente com a
adubação mineral, aplicar 40 litros/m2 de canteiro, de palha de arroz
carbonizada ou similar. Misturar muito bem com o solo do canteiro (20 cm de altura). |
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| Adubação de cobertura |
| aplicar 30 dias após o plantio,
60kg/ha de N e 50 kg/ha de K2O; 60 dias após o plantio, mais 60kg/ha de N. A
partir dos 40 dias após o plantio, irrigar a cada dez dias (4 aplicações) com 5
litros/m2 de canteiro, de uma solução contendo, por litro: l, 0g de N, 0, 5g
de K2O, 10mg de Mn, 2mg de B e l mg de Zn. Em plantios sucessivos, fazer
anualmente análise de solo dos canteiros, para evitar acúmulo de sais por excesso de
adubação. |
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| Dimensões do canteiro |
| 1, 2 m de largura x 20 cm de altura,
com estacas nas bordas a cada 2, 5 m para sustentação da rede de tutoração. Nessa
dimensão de canteiros a rede deve possuir 360 malhas. A partir da 3 semana a rede é
levantada semanalmente. |
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| Espaçamento |
| 12, 5 x 12, 5 cm entre plantas no
verão e 12, 5 x 12, 5 cm no inverno. |
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| Condições
de cultivo |
| Irrigação |
| por aspersão até a 8 ou 9 semana,
passado esse período, por tubos ou tripas perfuradas. |
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| Temperatura ideal |
| 18° a 25ºC. |
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| Iluminação |
| as lâmpadas (220V, 100W) devem ficar
de 1, 8 m de altura do nível do canteiro e distanciadas de 1, 5 m entre si; uma linha de
lâmpadas fornece luz para dois canteiros. |
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| Indução ao florescimento |
| 13 horas de escuro. Os canteiros são
cobertos com filme de plástico preto das 17 às 18 h do dia seguinte, por 28 dias
consecutivos. |
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| Desponta |
| para maior uniformidade das flores na
haste, remover o primeiro botão central logo no início de sua formação. |
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| Controle de pragas e doenças |
| pragas - bicho mineiro - abamectin e
acephate; pulgões e tripes - imidacloprid, bifenthrin, acephate, carbaryl, diazinon e
malathion; ácaros - abamectin, bifenthrin e fenpropathrin. Doenças - ferrugens parda e
branca - triforine e folpet; manchas foliares por fungos - folpet e mancozeb; Botrytis sp.
- iprodione; oídio - triforine, chlothalonil e folpet; murchas por Fusarium e
Verticilium: esterilização do solo e uso de matrizes sadias; viroses - destruição das
plantas afetadas; bacteriose - (não há bactericidas registrados para a cultura até
junho/97); nematóide foliar - destruição de plantas afetadas, rotação de cultura e
esterilização do solo. |
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Fonte:
Boletim 200 da IAC-SP |